Inovação aberta aplicada à cultura


Nas últimas décadas a indústria tecnológica passou por uma transformação tão grande que mudou a nossa forma de viver.


Investimentos financeiros, interesses mercadológico , produção de pesquisas e geração de conhecimento foram fatores que ajudaram no processo de transformação, mas estas práticas sempre existiram não somente no mercado de tecnologia. Mas por que então outros setores não evoluíram tanto?


Uma decisão estratégica que mudou o jogo foi “abrir” os códigos para que outros pudessem modificar e criar coisas novas. Empresas como a Microsoft e Apple construíram plataformas que facilitava a criação de soluções por parte das pessoas, pois perceberam que monopolizar a produção não era a melhor opção a ser feita. O resultado? As maiores novas grandes empresas do mundo são da área de softwares.


Isto traz um importante aprendizado para o setor cultural : é preciso “abrir” para revolucionar.


Precisamos nos comunicar, criar redes de conexão, compartilhar nossas ideias e criações, revelar nossos “segredos” , gerar conhecimento e permitir que os outros evoluam aquilo que iniciamos.


Os palcos, o espaço atrás da cortina, os camarins e todos os lugares que utilizamos para produzir nosso trabalho podem ser nossos hubs de inovação.


Mais do que ninguém, nós profissionais da cultura somos preparados para conduzir este processo de inovação por termos uma mente criativa e aberta as possibilidades. Mas para que possamos atingir o “estado da arte” (termo usado para se referir ao máximo de excelência em algo) precisamos abrir mão dá vaidade e colaborar de fato com todos os outros pra crescermos juntos, pois só assim é possível crescer até o espaço.


Com mão , mentes e corações unidos, nenhum crise nos abalará.


Por Gleison Nascimento, fundador da Clubean.

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